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IASD Tem a Mesma
Configuração em Todo Mundo Ao longo dos meus 50 anos de ASD, colecionei seis preciosas almas para a Igreja, uma das quais hoje é esposa de pastor ASD e outra é um pastor da IASD. No último contato que tive com esse filhote na fé e pastor, me pediu que fosse falar com pastores amigos e abrisse um caminho junto à Associação local, para que ele fosse transferido do outro Estado para cá. Sem delongas, lhe contei que no passado eu já tinha recusado o pedido de um Departamental desta mesma Associação, assinar um recibo falso a respeito de uma transferência imobiliária em nome da IASD, não o fiz, foi um inferno com desdobramentos até hoje; que no outro Estado onde vivi 20 anos, eu já havia glosado todo um congresso regional que acabáramos de organizar com uma estrutura complexa envolvendo refeitório para 400 refeições, 200 colchões, auditório para 1200 lugares, piano de cauda, segurança, traslados gratuitos, sonorização e iluminação, etc., (e não houve mesmo), tudo foi desfeito só porque nos fora exigido pela Associação que “respeitássemos” as publicações em folders e faixas, que anunciariam em grande estilo que tudo fora planejado e patrocinado pelo departamental J.A. e respectiva Associação; tudo mentira. Não aceitaram. Não o fizemos. Continuei dizendo à minha visita que nunca traí à minha Igreja e nem ao meu Senhor. Este seu pedido, continuei, está prejudicado porque esta alçada não é minha e nem sua: é de Deus, Êle é quem decide. A “mesa” da Associação faz uma oração e os nomes vão surgindo dadas por Deus. Ra! Ra! Ra! Como estes pastores gostam de passar esta imagem! Quanta presunção para legitimar impulsos egoístas em nome de Deus! Neste cartório de desrespeitos à coisa sagrada, eu não tenho nenhum registro. Resultado: Nunca mais me respondeu e-mails, nem me ligou, sumiu. Virou inimigo. Em nenhum momento traí a meu Deus. O que não é novidade, é que esta estrutura de poder está no menor grupo, igreja, Associação e até na presidência da CG. Acontece que numa administração onde a fofoca é informação e a maledicência se torna instrumento de coação e controle, o que prevalece é este esquema maldito de favoritismo perverso onde competência e consagração não valem de nada. É tão perverso este jeito de administrar, que me permitam citar o meu caso pessoal: alguns irmãos passaram a não me reconhecer mais dentro da igreja à hora das reuniões (parece que é feio), enquanto estes mesmos irmãos vêm em minha casa, me tratam bem, contratam os meus serviços, outro até me chama de X--ão, quando me encontra na rua; mas quando estes mesmos irmãos estão todos reunidos, aí o que dita o comportamento de cada um é a regência do pastor que quer se auto-afirmar. À primeira vista parece hipocrisia, mas melhor analisado fica evidente um corporativismo estimulado sob uma suposta ameaça, cujo risco deve ser evitado, um tipo de perseguição, onde as pessoas se agregam entre risos e sorrisos, mas não se unem: prova disto é um ancião me recomendando: “fale com o fulano (outro ancião), que é o dono da igreja”! Ciúme explícito, suspeição generalizada, desrespeito. Tanto nas pequenas como nas maiores estruturas da IASD, cada um já se tornou ameaça pro outro. Dia destes, entrei numa igreja menor, onde fui bem recebido por um cidadão com um enorme molho de chaves pendurado à mão fazendo barulho inocultável e um celular pendurado à cintura próximo da fivela. Pensei: este é o ancião. Não deu outra. Para fazer um teste falei: Irmão! Estou pensando mudar para esta cidade. (eu estava a serviço) Tem vaga de “ancião” aqui? Pra que falei isto? O homem me olhou de cima em baixo, fechou o semblante de um jeito que parecia ter sido ofendido gravemente e saiu sem dar palavra. Ao final do culto (domingo) ele estava se despedindo do povo e quando eu surgi do canto para a porta, lá o homem sumiu. Pensei: mais um inimigo oculto, que nem soube o nome! Do beijo pro tapa é ato contínuo. É uma pena! Esta de ser “ancião” é uma espécie de sonho de consumo disputado à tapa, mas tudo muito velado, onde nenhum deles perde o outro de vista. Mas em presença, todos estão muito sorridentes entre si. A maledicência os aglomera e se reveza com uma iminente ameaça de perseguição; a fofoca é mantida em alta e, com esta ferramenta, se mantém unidos. Esta é uma cultura geral de comportamento, resultado de ao se multiplicarem os púlpitos, os lobos tempestivamente cuidarem de transformá-los em palanque. Aos membros que não sabem surfar na lama, eles os têm sob cuidados; aos que não os aplaudem, êles os desprezam; aos que francamente os questionam, a estes o ataque, aumentando-lhes a aflição, ao criar-lhes inimigos gratuitos, que deliberadamente passam a discriminá-los como se fossem uns leprosos dentro do perímetro de sua influência. As suas ferramentas são questionáveis, cuja dinâmica em sua maioria é tanto pueril quanto perversa. Isto é classificado juridicamente como assédio moral, onde o púlpito e a titulação são usados para opressão embasada numa suposta ameaça. Vamos fazê-los transitar por um regime de maior responsabilidade e a Empresa IASD vai começar a respeitar mais, a partir de sansões da justiça. Vão clamar: estamos sendo perseguidos! Quanta semelhança com a CG onde os lobos têm mais poder! Os “pets” que não ganham mais que um imaginário status, têm a mesma índole dos grandes, cujos desdobramentos são milionários. De onde vem esta regência tão uniforme em todos os níveis? Não diga que é de Deus! Cuidado: de Deus não se zomba! Uma coisa podemos dizer em coro com eles: a IASD tem um procedimento único em todo mundo.
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